sábado, 26 de setembro de 2009

E se Jesus voltasse daqui a uma hora?

      

    
Alguns evangélicos evitam falar sobre um acontecimento inevitável: a nossa iminente partida desse mundo. Todos nós temos muitos planos, sonhos e projetos... Mas, e se Jesus voltar antes da concretização de todos os seus planos? Afinal, estamos apenas hospedados neste mundo (Hb 11.13 e 1 Pe 2.11). O Senhor Jesus pode voltar a qualquer momento, por isso precisamos pensar nas coisas do céu e buscá-las (Cl 3.1-2). 
     Precisamos entender que tudo aqui é secundário e passageiro, posto que estamos hospedados neste mundo. A nossa habitação está no Céu!! (Fp 3.19-20). Jesus deve ser o Morador da nossa casa (vida), e nós, peregrinos neste mundo. Quando O consideramos apenas hóspedes da nossa vida, agimos como se fôssemos permanecer para sempre na Terra. Muitas pessoas só pensam em prosperar financeiramente e agem como se a sua morada fosse aqui, esquecendo-se de que o melhor está no céu. 
    E se Jesus voltasse daqui a uma hora? Se você ama o  Senhor Jesus e o serve, não há o que temer, pois Ele mesmo disse: “Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas...”(Jo 14.1-2). Ufa! Ainda bem que deu tempo de você ler esse artigo! Mas, não se esqueça de que a “aeronave” rumo a eternidade partirá daqui a pouco...Você está preparado para deixar o “Hotel Planeta Terra”, que tem coisas boas, porém passageiras, e mudar-se definitivamente para a sua Casa Celestial?

Menina promove campanha de Missões Nacionais em sua festa de aniversário...

    A menina Isabela Pinto sonha em ser missionária de Missões Nacionais. Quando, em sua igreja, ouviu falar sobre os sedentos do País, sentiu arder em seu coraçãozinho o desejo de ser luz, de fazer a diferença com sua vida. Ao completar sete anos de idade, ela transformou sua festinha de aniversário numa oportunidade de promover missões.
    Na mesa do bolo havia fotos de Isabela em várias regiões do país e em cada imagem a frase “por amor aos brasileiros”. Entrando no clima, pai e mãe usavam trajes regionais e a irmã mais velha vestia a camisa de Missões Nacionais. A festa impactou os familiares e amigos.
   Aprendemos com isso que a promoção missionária deve ir além dos átrios da igreja. É necessário que esteja no coração de cada cristão.
    (extraído de “Desafio Missionário”)

Somos influenciados pelo mundo quando...

...nos desesperamos pelos mesmos motivos que aqueles que não conhecem a Deus. Geazi viu uma tropa com cavalos e carros de guerra. Então ele grita: “Ai! Meu senhor! O que faremos?”(2Rs 6.15). Ele se desesperou com o que desesperaria qualquer um. Ele viu somente cavalos e carros de guerra. O que nós faríamos em condições semelhantes?
...nos tornamos amigos dos inimigos do de Deus. Não precisa ser detalhista para perceber o quanto servos de Deus têm se vendido por reconhecimento. Quando mudamos nossos princípios cristãos para ganhar um aumento, para crescer na empresa, quando nos esquecemos das verdades bíblicas para ser bem aceito em determinado meio ou optamos por agradar pessoas que não conhecem ao Senhor, mesmo que isto implique em renunciar princípios bíblicos, estamos sendo ignorantes tais qual foi Josafá (2Cr 20.32).
...nos moldamos aos padrões do mundo. Quando chegou à Babilônia, Daniel não se moldou aos padrões daquele lugar pecaminoso. Ele determinou no seu coração não se tornar impuro com a comida e com o vinho do rei (Dn 1.8). Quando nossa mente concorda com a idéia de que casamento não dá certo, que os homossexuais têm direito ao Céu e que cada cabeça tem sua sentença, estamos da mesma forma que o mundo...
...passamos despercebidos onde era para aparecermos. Na Bíblia vemos o exemplo de Gideão. Depois de ter ganhado a batalha, dirigido por Deus para derrotar os midianitas, o povo precisava de um líder capacitado que os julgasse e governasse. Sobraram voluntários, mas o único capacitado era Gideão! Mas é decepcionante como Gideão passou despercebido onde era para aparecer. Ele disse que não reinaria sobre o povo, mas pede a eles que lhe dêem seus brincos(despojo da guerra) como forma de pagamento a tudo o que havia feito. Ele funde tudo aquilo e faz um manto sacerdotal, que ele colocou em sua cidade, em Ofra. Todo Israel prostituiu-se, fazendo dele objeto de adoração; e veio a ser uma armadilha para Gideão e sua família (Jz 8.22-27).
        Que nos lembremos sempre de nossa missão: ser luz no mundo!
(extraído da “Revista Geração JC”)

Missões = Amor por almas...

            Missões é somente ir a outros povos ou o amor pelas almas também pode  ser          demonstrado por quem fica?



Com apenas 14 anos, um menino ouve a pregação que mudaria a sua vida. O pregador era seu próprio pai, um pastor presbiteriano apaixonado por missões. Ao fazer um apelo para que a causa missionária seja abraçada, o primeiro a ir à frente foi o filho, Ronaldo Lidório. Aos 18 anos, o jovem ingressou no Seminário Presbiteriano do Norte, no Recife, e de lá saiu formado em Teologia e habilitado em Missiologia. Com apenas 21 anos, ele partiu para sua primeira experiência transcultural em Guiné-Bissau. Depois, Ronaldo casou-se com a missionária Rossana e esteve no Peru encorajando igrejas que perderam seus pastores em um massacre, evangelizou e traduziu a Bíblia para povos não-alcançados em Gana(norte da África). Atualmente, atua em etnias indígenas da Amazônia, além de ser doutor em Antropologia e mestre em Missiologia pela Universidade de Londres. Em uma entrevista, Ronaldo Lidório diz:
  “Sem alguém segurando as cordas seria impossível fazer missões. Hudson Taylor, um dos maiores missionários na China, disse certa vez que o segredo de seu ministério foi aqueles que oraram e nunca pisaram território chinês. Essa é a realidade da obra missionária.
     Há várias coisas que você pode fazer para se envolver com a obra de missões, como o investimento financeiro e o investimento humano pastoral, mas a principal arma é a oração. Peter Johnston costuma dizer que quando um homem trabalha, o homem trabalha, mas quando o homem ora, Deus trabalha. È a mais pura verdade. Quando a Igreja ora, Deus faz oimpossível acontecer. Além de orar também se pode investir.
Um missionário na Amazônia, recentemente, poderia estar alcançando uma vasta área, mas nunca saiu de sua aldeia porque não teve gasolina para colocar em um motor de popa na sua canoa para poder evangelizar. Logo, um recurso financeiro ali seria algo tremendo para a obra de Deus.
  E a terceira forma é apoiar pastoralmente. Quantas vezes estava desanimado lá em Compombas, pensando que estava só e chegava um bilhetinho dizendo:  “Estamos orando por você”.Isso encoraja. Também é importante que quando o missionário venha à sua igreja local, abraçá-lo, pastoreá-lo, cuidar dele e mostrar o quanto ele é importante...”

sábado, 19 de setembro de 2009

Por que ser aluno da Escola Dominical??





1.Porque você tem necessidade do genuíno e sadio alimento espiritual que só pode ser obtido pelo estudo claro, metódico, continuado e progressivo da Palavra de Deus.

2.Porque você cresce e desenvolve-se através do estudo da Palavra de Deus.

3.Porque você cumpre os objetivos da Igreja do Senhor, pois os objetivos da Escola Dominical são os mesmos da Igreja.

4.Porque você adquire qualidade bíblica e espiritual permanente, não sendo levado por doutrinas falsas.

5.Porque você adquire uma fé mais robusta e madura, e, assim, estará pronto e mais apto para desempenhar as atividades na Obra de Deus.

6.Porque você desenvolve a sua espiritualidade e o seu caráter cristão.

7.Porque você aprende e realiza a evangelização na Escola Dominical e através dela;
além disso, aprende a amar e a cooperar com a obra missionária.

8.Porque você tem oportunidades ilimitadas para servir ao Senhor, pois a Escola Dominical é o lugar para a descoberta, motivação e treinamento de novos talentos.

9.Porque você se reúne com a sua família, fortalecendo o relacionamento entre pais e filhos, as crianças crescem na disciplina do Senhor; e os casais aperfeiçoam a vida conjugal.

10.Porque sua vida espiritual é avivada, pois a Escola Dominical é uma fonte de avivamento, porque onde a Palavra de Deus é ensinada e praticada o avivamento acontece.

                                                 Aos Domingos, às 8:30 da manhã.
                                                 Esperamos por você e sua família!!

Como tudo começou...



“Eu tenho a certeza que as escolas dominicais são, atualmente, a melhor instituição prática para controlar esses elementos indisciplinados e violentos da sociedade e providenciar-lhes uma educação básica.” - Robert Raikes em audiência com a Rainha Carlota da Inglaterra.
Quando comemoramos o dia da Escola Dominical (3° domingo de setembro), normalmente nos lembramos do seu fundador, Sr. Robert Raikes (1736-1811), um jornalista que no ano de 1780, em Gloucester, na Inglaterra, iniciou um trabalho de educação cristã ministrada à crianças que não freqüentavam escola. A este homem sem dúvida alguma, devemos o início sistemático desta escola tão singular, que se espalhou rapidamente por toda a Inglaterra, tendo oposição, todavia, contando também com o entusiasmo e apoio de inumeráveis pessoas, tais como, John Wesley (1703-1791) e William Fox. Em 1788 a Escola Dominical já possuía, só na Inglaterra, mais de 250 mil alunos matriculados.
Hoje queremos apresentar um pouco da história do início da Escola Dominical no Brasil, para que junto possamos conhecer um pouco mais deste trabalho, que tantos benefícios espirituais trouxe, e continua trazendo à Causa Evangélica em nossa pátria.
Robert Raikes (14 de Setembro de 1735-5 de Abril de 1811), filho de Robert e Mary Raikes, foi quem originou o Movimento de Escola Dominical. Certo dia, procurando um jardineiro, encontrou um grupo de crianças maltrapilhas brincando na rua. A esposa do jardineiro disse, então, que aos domingos a situação era pior, pois as crianças que trabalhavam nas fábricas, de segunda a sábado, durante horas muito longas, ficavam desocupadas nesse dia, quase abandonadas, passando o tempo brincando, brigando e aprendendo toda espécie de vícios. Elas extravasavam toda sorte de violência nesse dia. Essas crianças, constatou Raikes, estavam a um passo do mundo do crime e ele chegou a ver o destino de muitas delas, ao visitar as prisões de Gloucester.Raikes resolveu estabelecer uma escola gratuita para esses meninos de rua. Então, Raikes contratou uma equipe de quatro mulheres no bairro para lecionar.Com a ajuda do Rev. Thomas Stock, Ministro Anglicano, Raikes pôde logo associar cem crianças, de seis aos doze ou quatorze anos, nestas escolas dominicais.Seu objetivo principal não era ensinar a Bíblia, mas alfabetizar os alunos e ministrar aulas de religião com o propósito de reformar a sociedade. O objetivo último era modificar-lhes o caráter usando os ensinamentos bíblicos. Assim, a Escola Dominical nasceu como um instituto bíblico infantil, operando de forma independente das igrejas, alfabetizando e ensinando Bíblia às crianças carentes. Algumas crianças, a princípio, relutaram em vir para as escolas porque as suas roupas estavam tão rotas, mas Raikes providenciou tudo de que eles precisavam, inclusive banho e cabelos penteados.
As aulas começavam às 10 horas da manhã e iam até as duas da tarde, com lições de matemática, história e inglês, com um intervalo de uma hora para o almoço. Eles eram levados então à igreja para serem instruídos no catecismo até as 17:30 h. Recebiam pequenas recompensas, como livros, canetas, jogos, aqueles que tivessem dominado a lição ou aqueles cujo comportamento tivessem mostrado uma melhoria notável. Entrementes, recebiam castigo corporal aqueles de mau comportamento, como era do costume pedagógico da época.
Em 1784, eram 250 mil alunos matriculados. A taxa de criminalidade de Gloucester caiu, com o advento das escolas dominicais de Raikes, de forma que em1792 não houve um só caso julgado pela comarca de Gloucester.
O trabalho de Raikes foi saudado com entusiasmo, e em breve, escolas dominicais já estavam sendo criadas em todo o Reino Unido e exportadas para os Estados Unidos. Seu trabalho foi muito assessorado pelo comerciante William Fox (1736-1826), diácono da Igreja Batista da Rua Prescott, em Londres. Impressionado pelas escolas dominicais fundadas por Raikes que eram responsáveis pela redução do índice de criminalidade de Gloucester, Fox chamou Raikes para formar uma associação para promoção e criação de escolas dominicais...
Houve, no entanto, uma forte oposição ao movimento de Raikes, que era considerado por alguns líderes religiosos como um movimento diabólico, porque era aparte das Igrejas e era dirigido por leigos, isto é, pessoas que não tinham formação religosa. O Arcebispo de Canterbury reuniu os bispos para considerar o que deveria ser feito para exterminar o movimento. Chegou-se a pedir que o Parlamento, em 1800, aprovasse um decreto para proibir o funcionamento de escolas dominicais. Achavam que este movimento levaria à desunião da Igreja e que profanava “o dia do Senhor”. Tal decreto nunca foi aprovado. Em 1802, Raikes se aposentou, e, em 1811, após um ataque de coração, veio a falecer. Seus alunos vieram ao funeral, na Igreja (Anglicana) de Santa Maria do Filão e receberam da Sra. Raikes um xelim e uma fatia de um grande bolo de ameixa cada um. Quando Raikes faleceu, quatrocentos mil alunos estavam matriculados nas diversas escolas dominicais britânicas. Nesse ano ocorreu a divisão em classes, possibilitando alfabetização de adultos.

Bem-aventuranças da Escola Dominical...